Liverpool valida a tese do investimento em clubes de futebol — muito diferente das SAFs no Brasil

Ao vender parte do negócio ao grupo de Jeff Bezos, a Fenway multiplicou por 11 o aporte inicial — operação que faz qualquer investidor sonhar. Crédito: Coluna: Rodrigo Capelo; Supervisão e Distribuição de conteúdo: Jefferson Perleberg; Edição: Amanda Dantas

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você

O Manchester City foi considerado culpado em 114 das 115 acusações de violações financeiras pela Premier League, abrangendo nove temporadas entre 2009/10 e 2017/18. A investigação, iniciada em 2018, resultou em um veredito divulgado após um julgamento que começou em 2024. As infrações incluem informações financeiras imprecisas e falta de cooperação com a investigação. O clube deve recorrer da decisão, e as sanções ainda serão definidas.

O Manchester City foi considerado culpado em 114 das 115 acusações de violações financeiras e regulatórias feitas pela Premier League. A maior parte das infrações se concentra em nove temporadas, entre 2009/10 e 2017/18, intervalo de aproximadamente nove anos. O veredito encerra uma investigação que começou em 2018 e pode resultar em punições ao clube, ainda não definidas. A informação foi divulgada pelo The Athletic e pelo The Guardian. O City deve recorrer da decisão.

A investigação da Premier League começou em 2018, e as acusações foram apresentadas formalmente em fevereiro de 2023, após quatro anos de apuração. O julgamento teve início em setembro de 2024 e terminou em dezembro daquele ano. Desde então, a comissão independente analisava o caso até divulgar o veredito nesta sexta-feira.

Investigação apontou 114 irregularidades financeiras e regulatórias do Manchester City Foto: Manchester City

As infrações reconhecidas envolvem diferentes áreas da administração do Manchester City. Entre elas estão informações financeiras consideradas imprecisas, receitas de patrocínio relacionadas aos proprietários do clube e a falta de divulgação de pagamentos feitos a jogadores e ao então técnico Roberto Mancini.

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Também foram reconhecidas violações relacionadas às regras de licenciamento e Fair Play da Uefa e aos regulamentos de rentabilidade e sustentabilidade da Premier League. As acusações sobre informações financeiras abrangem as temporadas entre 2009/10 e 2017/18. Já as relacionadas a Mancini e aos jogadores correspondem a períodos específicos dentro desse intervalo.
Parte do processo também trata da relação do Manchester City com a investigação. O clube foi considerado culpado por não fornecer documentos e informações solicitados pela Premier League. Ao todo, 35 das 115 acusações estavam ligadas à falta de cooperação, em episódios registrados entre dezembro de 2018 e fevereiro de 2023.
O Manchester City só não foi considerado culpado em uma das 115 acusações. As sanções serão definidas em uma etapa posterior do processo, e o clube deve recorrer da decisão.
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